quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O FLUXO DA ABUNDÂNCIA


Você precisa compreender que a vida é um fluxo. E as nossas relações são sempre de troca. Não há nenhum demérito em ser assim. Este mecanismo existe, dentre outras coisas, para ser posto em prática e gerar as experiências necessárias para o reconhecimento pleno da alma.
Na questão do dinheiro, a maneira com que se relaciona com ele está explícita em suas palavras e atitudes no dia a dia, nas pequenas trocas que faz quando adquire algo. Seus sentimentos antes, durante e depois do ato irão determinar a interrupção parcial, a continuidade ou o aumento deste fluxo.
Se reclama que algum objeto do seu desejo está caro ou que estão te explorando ou roubando, começa a interromper este fluxo da abundância. Se sente-se incapaz de comprá-lo, mesmo que esta seja a sua "realidade" atual, também o faz. Se fica incomodado por que o outro conseguiu comprar e você não, mais ainda!
Você precisa reaprender a se relacionar com esta questão do fluxo, não só do dinheiro, mas em todos os outros setores da sua vida, uma vez que este princípio, se aplica a tudo.
Ao adquirir qualquer coisa, desde uma bala até uma mansão é fundamental criar um sentimento de gratidão a você mesmo e a todas as pessoas envolvidas. Fique feliz pela aquisição, mas sinta-se assim também pelos outros envolvidos.
Se cada vez que fizer um pagamento, seja por um objeto ou mesmo uma conta de consumo, tipo luz, gás, telefone e etc, e conseguir se sentir como se você mesmo estivesse recebendo aquele pagamento, você aumenta o fluxo de abundância em sua vida.
Você pode pesquisar preço, pode escolher o lugar aonde fará o seu negócio, mas lembre-se de que tudo que faz com e para alguém, faz a si mesmo!
Se pechincha excessivamente, se faz leilão, se lamenta a "despesa" ou mesmo se depois sai maldizendo o que comprou ou a pessoa com quem fez negócio, estará automaticamente se condenando a uma vida de dificuldades e limitações permanentes.
Reavalie sua conduta e maneira de pensar e transforme imediatamente suas relações em um objeto de puro prazer, simplesmente optando por isso e eliminando as resistências oriundas de uma mentalidade estúpida de que eu sou eu e você é você e que se dane o resto. Por que assim, quem vai mesmo se danar, mais cedo ou mais tarde, será você!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

É O QUE VOCÊ ACREDITAR...

                      


Apesar de parecer um pouco fantasioso, posso assegurar que este vídeo tem base real. Mas como diz o título, será sempre o que acreditar. Desfrute, são só 2 minutos e 26 segundos, assista!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O QUE ELES DIZEM...



                         


Realmente, cada um fala o que quer. As pessoas tem todo o direito de dizer o que pensam e o que sentem a respeito de todos os assuntos. O problema começa quando se massifica uma ideia que por mais mentirosa que seja, acaba pela repetição, se tornando uma coisa bem aceita neste mundo e vidas são destruídas por isso.

Na religião temos muitos exemplos. Na política, na ciência, nas artes, nos hábitos humanos outros tantos.
Acreditava-se que uma doença, um hábito, uma mania eram coisas herdadas pela genética e o que era assim não podia ser mudado, tínhamos que aceitar o que o "destino nos reservou"...
E o fato da crença estar bem enraizada minava diversas tentativas de desmascará-la, acabando por si só a vir reforçá-la.

As vezes a pessoa não tinha o menor sinal daquilo que os pais já tinham bem ativo em seus corpos. E aí todos repetiam feito papagaio que aquela pessoa já teria uma propensão as mesmas doenças ou hábitos, reforçando assim uma fatalidade já prevista sem sequer analisar as consequências de tal ato.

No final a pessoa acabava mesmo doente ou repetindo mais ou menos aquele mesmo trajeto, reforçando a maior de todas as mentiras existentes em nosso mundo.
Você é o que acredita. Se não é mas acredita, com certeza você será. Mais cedo ou mais tarde e de um jeito ou de outro.

A aceitação de um fato inexistente simplesmente pela repetição da fala de algumas pessoas ou por pesquisas "científicas" torna-se a maior de todas as armas de destruição em massa no planeta. A humanidade está se condenando a uma estupidez irracional, por não compreender como funciona o mecanismo das crenças em nossa psique.

Cientistas mais sérios realizaram pesquisas com famílias que tinham filhos adotivos, e portanto sem ligação genética com os pais, e pode observar que as mesmas manias, as mesmas doenças se reproduziam, por fazerem parte daquele meio. O meio influenciava através da construção de crenças que eram no dia a dia e pouco a pouco inseridas na mentalidade de pessoas que não tinham a mínima pré-disposição àquele fato.

Por isso que quando alguns dizem que o homem é produto do meio, outros tantos não acreditam, porque acham que o homem pode formar seu próprio caráter; e reforçam: Se assim fosse, todos que moram em favelas seriam bandidos e não é o que ocorre.
O poder de influência do meio, como gerador de crenças, não é total. Mas é bem forte. E ainda bem que é falho, porque abre uma brecha para que as pessoas possam assumir o controle das suas próprias vidas sendo aquilo que desejam.

Outro ponto é que determinadas influências nefastas e redutoras da nossa liberdade não vem só da família, vem da sociedade como um todo. O garoto que ouve determinadas coisas em casa e vai pra rua ouvi-las novamente, acaba por ter sufocada a sua expressão natural, ou seja, ele tem dificuldades de ser quem ele é.

É preciso estar muito alerta pra não ser guinchado, pelo menos nas coisas mais graves. Por que se acha que está ileso de determinadas ideias idiotas que rodam pela sociedade e pelas famílias, se acha que não se deixou influenciar por elas, sente-se com calma, analise e encontrará algum eco daquilo dentro de você.

O grande equívoco está em por sua atenção nestas bobagens. A questão é: como posso saber se são mesmo bobagens se todos que conheço acreditam e se existem "pesquisas" sendo publicadas e muito comentadas em toda a mídia?!
Aplicando como sempre o princípio da descrença. Aliás este princípio tem como seu primeiro princípio a ideia de observar e estudar muito bem qualquer assunto que nos afete diretamente.

Evita-se ao máximo tomar partido, aceitar opiniões sem antes passar por uma filtragem e uma análise cuidadosa, acompanhada de uma profunda reflexão.
Mas isso dá trabalho. E você, claro, já está repleto dele na sua vida - e não é por acaso - e não vai querer ter mais. Esse talvez seja o seu único equívoco.  

Quando você vai comer alguma coisa, não observa se a comida está boa? Tanto gostosa, quanto asseada, como com uma boa aparência? 
Se faz isso com a comida, deve fazer também com as informações das quais se alimenta, pois como disse, elas farão algum efeito dentro de você, e este efeito pode ser a diferença entre a vida e a morte. Ou pelo menos a diferença entre a vida que quer da que não quer.

Eles dizem, eles dizem, eles dizem. Deixe-os dizer. Que digam! E quanto a você? Irá ouvir? irá acreditar? O que fará? Na verdade pouco importa o que eles dizem. Importa mesmo é o que acredita. Não acho que devamos evitar a todo o custo notícias ruins, pesquisas sem fundamento ou manipuladoras. Só penso e tento lhe transmitir a ideia de que você pode participar da vida aí fora sem se deixar levar pelo que dizem e muito menos destruir sua vida por isso.

Cada vez que observo uma pessoa escravizada por determinadas ideias e sem perspectiva alguma de se libertar delas, eu lamento por tudo de maravilhoso que ela está deixando de viver, apesar de reconhecer que tem gente que vive bem assim. 
Como sempre são escolhas. Nunca poderemos abrir mão delas. Nós a faremos estando conscientes disso ou não. 

O que vai querer?

domingo, 27 de maio de 2012

AMO VOCÊ !


                                  

Falar de amor é sempre muito bom, muito gostoso. Mas vivê-lo é melhor ainda. Cada um a seu modo. 
Percebi nesses anos de caminhada que sem amor não dá pra viver. Amor e vida são uma coisa só! 
Não apenas a uma ou algumas pessoas específicas, mas sim a tudo que há. Eu pensava que para amar tinha que ter uma metodologia, interesses, e um determinado jeito. 

O amor se basta por si só. O prazer de amar se paga, se sustenta e trás um imenso contentamento.
Amar as pedras, as rochas, as plantas, os animais, os objetos, a comida, o prato que  a transporta, a notícia ruim. Amar os momentos, sejam eles esplendorosos ou muito simples.
Tudo é motivo de amar. Mas sem se apegar, tá! O amor é louco pelo natural.
Amar não é um surto simplesmente. Mas sim, um movimento com o fluxo do universo. Qualquer forma de dependência anula o amor. O amor é livre e ama a liberdade e por isso mesmo se despe de formalidades, de regras. O amor desenvolve a consciência. 

Com um mínimo de julgamentos. Tenho predileção por amar crianças. Elas não julgam, ainda. Se entregam, caem dentro num delicioso mergulho. Amo brincar! Brincar é uma das mais lindas formas de amar. Sim, eu sei, existem infinitas formas.
O amor abre portas. O amor quando se pratica, cresce! Remove memórias antigas que nos travam a vida. O amor libera geral! Trás mais de você pra você mesmo.
Viver o amor a cada segundo da vida é como respirar. Necessidade básica pra se viver. Sim eu acredito na força do amor! Ele exalta e enaltece o que temos de melhor. Nos ajuda e a todos os que nos cercam. E é, além de tudo, delicioso!
O amor pega, o amor enriquece, em todos os sentidos. Nossa alma vibra mais intensamente quando amamos. 
O amor é uma alegria e a alegria é puro amor. Só se alegra quem tem amor no coração. 
O amor é uma questão de inteligência. Só os verdadeiros inteligentes amam! 
O amor retribui sempre, de um jeito ou de outro. Ele é incrivelmente incrível!
Dificuldades na vida aparecem como um sinal de ausência de amor. Falo de um amor genuíno e voltado a tudo, mas absolutamente tudo que existe. Um amor inteligente, que não cerceia e nem tampouco protege em excesso.
O amor modifica o tempo e a distância. Não aliena você e nem tampouco permite que viva de ilusões e relacionamentos superficiais. Ele dá tudo que deseja. Simplesmente o mais puro prazer.
O amor encanta, mas desperta para um encantamento ideal e real. Ele faz com que todos os órgãos do seu corpo funcionem a contento. Se não estão, olhe pra onde falta amor. Ame loucamente cada órgão do seu corpo e diga "eu te amo" a cada um deles toda a hora. Sim toda a hora!
O amor não te pune por não tê-lo. O sofrimento que existe, só está ali pela ausência do amor, por que deixamos um espaço vazio de nós mesmos.
Se preencher com amor, a alegria e a esperança imediatamente varrerão de você todo o resquício de memórias negativas de experiências passadas.
É preciso urgentemente acessar, requisitar, procurar e praticar o amor todos os dias. Como disse, não só com o que consideramos belo, por que afinal, a divindade está em tudo, até mesmo no feio. Enxergar o amor no feio, no sujo, no estranho, é sinal de que ele está bem instalado em nosso coração.
E quanto mais abrir mão dos benefícios, mais eles jorrarão em sua vida.
Acredite, o amor vale a pena!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A INÉRCIA QUE TE SEPARA DO TUDO QUE É.



A vida é movimento. Até aí é fácil entender. Todavia existem infinitos tipos de movimento, além de um outro infinito modus operandi. Mais uma vez é necessária a utilização da nossa abençoada capacidade de percepção, de olhar o mundo e seus entremeios.
A figura acima sugere que para uma arrancada a frente, uma força contrária, fruto da ação do movimento em si versus a força gravitacional, surge e se contrapõe tentando "restabelecer", digamos, o ponto inicial de "equilíbrio".

A força que arranca será sempre inversamente proporcional a força que se contrapõe quando há o equilíbrio. Se perder o equilíbrio, saberá de antemão que a força aplicada para tirá-lo da inércia, foi excessiva. Não se trata só de causa e efeito. E sim de um retorno, de um feedback que a vida nos dá de presente para que nos alinhemos com quem somos. Para que tenhamos a noção, pela experiência, da quantidade de energia necessária em cada situação.
E a calibração desta energia é muito fácil de se fazer. Basta observar e experimentar!

A vida está pré-programada para sempre buscar esse equilíbrio, que é seu estado natural. Mas ela, a vida, tem em seu bojo, essa coisa do movimento, do agito, de um frenesi quântico que é em primeira análise, sua base indissociável, e sendo assim ela se exala como se fosse dois pratos de uma balança, buscando, como disse, um certo equilíbrio.

Esse equilíbrio nada mais é que um ponto de repouso qualquer e nada tem a ver com conceitos de certo e errado. É simplesmente um ponto de "repouso" ou se quiser, de descanso.
Seguindo esse raciocínio, poderíamos ir a vários lugares, mas quero me deter, por hora, em apenas três pontos que considero importantes para um bem viver. São eles:

1- A quantidade de força aplicada determina de sobremaneira o sucesso do movimento.
2- A percepção, não do momento certo, porque este, em si, não existe, mas sim das confluências exatas na hora da partida. Tal como se faz quando se passa por um cruzamento. Você espera o momento "vazio" ou se quiser, "certo" para passar...
3- A direção, o sentido, a apontamento da energia aplicada, a mira no alvo desejado.

A princípio parece até óbvio o que estou dizendo. Mas quando olhamos o dia a dia, vemos que nenhum dos três aspectos são considerados de maneira adequada, e em conjunto. Talvez, dentre outras coisas, a inobservância de que cada minuto do seu dia a dia é muito muito muito importante, e pode por si só, destruir o trabalho de um dia inteiro.
Quantos que me leem agora já não passaram por isso? Faz tudo certo e às vezes um pequeno detalhe, aparentemente insignificante vem e derruba tudo.

Por incrível que pareça, um outro aspecto relacionado também, diz respeito a lembrarmos de nós mesmos a cada minuto. Tarefa simples, mesmo considerando a dispersão causada devido pelo excesso de consideração que fazemos ao mundo externo.

Lembrar de si significa o que a própria frase está dizendo. Não se trata de mais um jargão de auto-ajuda. É apenas voltar a atenção a você mesmo e a seus pensamentos-sentimentos naquele instante. Não há necessidade de grandes aprofundamentos. Entretanto esse movimento não é intelectual, e sim através do sentir. Você lembra de si mesmo através do sentir. Vou repetir de novo: é pelo sentir!

Você pode até usar artifícios, tal como pronunciar seu próprio nome como base para o retorno ao tal ponto de equilíbrio, ou seja, aquele ponto em que lembra de si mesmo.
Exemplos: oi fulano! alô sr. fulano, vc está aí? está bem? eu sinto que sou! eu estou bem! o bem-estar é meu estado natural! ou então algumas respirações mais profundas e atentas, e assim por diante.
É um diálogo consigo mesmo, de preferência em voz alta, mas se não for possível, pode ser feito a nível mental.

Quem nunca ouviu falar sobre contar até dez antes de responder a alguém, principalmente quando se é atacado por esta pessoa? quando se conta até dez, nada mais acontece do que lembrar de si mesmo.
Todavia, devido a determinados hábitos adquiridos, esse estado natural só retorna após um período de persistência diária e se possível a cada minuto da sua vida.
Existe a possibilidade dele vir de forma instantânea, depende de cada um. Existe também a possibilidade de flutuações e de uma série de entra e sai durante o experimento.

Não estou dizendo que com isso você ficará bonzinho, calminho, um verdadeiro monge budista e nem nada dessas bobagens propaladas por aí. Haverão momentos em que falará alto, será incisivo, firme e tudo o mais que for necessário para aquele momento específico. Não se tornará um mosca morta e nem tampouco um Rambo solto nas ruas. A quantidade de energia, o momento e a pontaria serão sempre na medida. E isto, tenha a certeza, irá transformar sua vida radicalmente!

Quando retorna a si mesmo, retoma a percepção dos três aspectos que relacionei acima. Se lembrar de si, perceber-se a cada instante, nunca haverá excesso ou falta de energia no que faz e nem distração quanto aos cruzamentos e muito menos quanto a pontaria necessária.

Trata-se do começo de um estado de meditação permanente, contínua. Você não senta mais e nem precisa fazer nenhum desses "cursos" de meditação. Seu estado meditativo natural chega de mansinho e se instala sem esforço algum. Você meditará o dia todo! É como mexer os braços e as pernas. Você faz naturalmente por que atingiu um nível de intimidade com o movimento que jamais precisará de arrancadas ou freadas bruscas. Sendo que chegará muito antes ao objetivo final e absolutamente renovado.

sábado, 21 de abril de 2012

REDUÇÃO DO ABDOME.



Vídeo Japonês que ensina um exercício simples em que você pode perder até 1 cm em apenas 3 minutos. Vale a pena experimentar. Tem base técnica e energética. Não se iluda com a simplicidade. Procure observar, porque entender o que ela diz não vai dar. Faça com o máximo de amplitude e marcação, observando que a concentração da atenção deve estar sempre no abdome.
Meça-o antes de começar e depois ao terminar. É interessante estender para uns 10 minutos para ampliar os ganhos e repeti-los quantas vezes quiser durante o dia.
Mais do que simples estética, trata-se de um verdadeiro reposicionamento e redistribuição energética em seu corpo. Na medida em que trabalha a energia que está represada, tudo flui melhor.
Beba bastante água no decorrer do dia.
Nossa barriga nada mais é que um tanque de energia e seu tamanho está diretamente relacionado ao que armazenamos em excesso através do apego, do ressentimento, do desejo de vingança e outros mais.
A dificuldade de se perder a barriga está diretamente relacionada com a dificuldade que temos em largar coisas do passado e abrir mão do que já passou. Essa energia tem que ficar guardada em algum lugar e o corpo escolhe a barriga.
Pessoas quase se matam tentando perdê-la em exercícios e cirurgias. Você olha e a pessoa já é muito magra e mesmo assim a danada continua lá.
Experimente e veja o resultado. Mas lembre-se que o sucesso total só chegará na medida em que perdoar o seu passado e a todas as pessoas que lá estiveram.
Se dê ao menos um crédito de confiança. Se não reduzir nada no começo, procure observar se está executando o movimento com a amplitude e foco no abdome necessários, além de ter uma postura permissiva e aberta quanto ao seu passado.
Apesar do foco necessário, lembre-se de fazer da maneira mais relaxada possível.  

quinta-feira, 12 de abril de 2012

FAZER ACONTECER !



Existem 5 tipos de pessoas no mundo:
•    as que fazem as coisas acontecerem;
•    as que acham que fazem as coisas acontecerem;
•    as que observam as coisas acontecerem;
•    as que se surpreendem quando as coisas acontecem;
•    as que não sabem o que aconteceu.

Muitas vezes me sinto parte da primeira categoria. Outras ocasiões me vejo lá no final da fila. A verdade é que ninguém tem controle absoluto sobre nada. Algumas pessoas são mais ousadas. E o que as torna especiais é que nunca – ou quase nunca – têm medo de ousar, de ser diferente. Não tenho certeza se ”a diferença é que faz a diferença”, mas lembrando o bom e sábio Einstein: como você pode querer um resultado diferente se repete continuamente as mesmas coisas e faz tudo religiosamente igual?
Arriscar-se é o segredo de quem faz acontecer ou que provoca mudanças. E se você quer um lugar ao sol, bem… terá que aceitar e suportar algumas queimaduras. E para arriscar-se é necessário mais do que a vontade de acreditar no possível ou impossível. Tem que ter o desejo de descobrir, que é justamente o oposto. É uma aventura, um salto, com suas
consequências, nem sempre ponderáveis.
Reconheço também que fazer acontecer é como semear. Você é responsável pela iniciativa de plantar a semente. Como há um tempo para cada coisa, depois dos primeiros movimentos é preciso aguardar a ação natural. Em seguida você retoma sua parte no processo, cuidando do que plantou e integrando-se à energia que impulsiona a nova vida, mantendo-se presente durante todo o “jogo”. Vem o tempo da maturação e depois a hora para colher os frutos, doces ou amargos. É a dança do Universo.
Mas se você quer ser conhecido como alguém que faz acontecer, também deve incluir em suas qualidades o desejo de desenvolver pessoas, entender o resultado das escolhas, a possibilidade de errar e ter que começar tudo de novo. Vai ser preciso ter coragem para tomar decisões, agir e reagir, mover e acalmar.
Fazer parte dos acontecimentos é estar fluindo com a Evolução. Ela não pára, nem espera. Segue em frente.

terça-feira, 3 de abril de 2012

O SENTIDO DA VIDA.


Sentido é uma palavra que tem duplo sentido. De sentir e de direção. Mas na verdade se resumem a uma só.
Quando falo de sentir, falo de direção. Quando falo de direção, me refiro ao sentimento claro e organizado dentro de ti. Sem sentir você não tem rumo. Não importa que tipo de rumo, seja lá qual for, se for o seu de verdade, então é o rumo. 
Todos precisam de um rumo. Imaginário a princípio, depois, real. A vida está toda estruturada em movimento. Mesmo estático, sentado em uma cadeira, você pode estar movendo o mundo, muito mais até de quem está correndo por aí. É tudo uma questão de senso. Senso esse que faz sentido pra você, e nesse sentido, te dá o rumo.
Essa estória de fazer sentido para alguém, não pode e nem deve ser comparada com o senso comum, muitas vezes inverso ao seu próprio senso. Na imaginação cabe absolutamente qualquer coisa. Se tentarmos igualar nosso senso ao senso comum, nos suicidamos. Morremos literalmente. 
Muitos vivem assim. As vezes tentam igualar seu senso ao comum, tentam ser o que não são e muito menos o que querem de verdade.
O sentido da vida está naquilo que faz sentido pra você. Ele geralmente está associado ao amor e na maioria das vezes a paixão. Só vê sentido quem está apaixonado. Portanto, como disse, sentimento e sentido de direção andam juntinhos, agarradinhos.
O rumo é você e só você que pode dar. Mas não precisa ser uma coisa do tipo: vou aonde quiser, com quem eu quiser, na hora que quiser. Quer dizer, até pode, mas não é isso que fará ou dará mais ou menos sentido. Aparentemente até dá, mas trata-se apenas do resultado do estado de confusão provisória que se encontra.
Fazer sentido é o que te faz bem. E o que te faz bem, faz todo o sentido. Parece um trocadilho bobo, mas atente-se ao detalhe que faz toda a diferença. 
Se o sentido vem do sentimento, de ter "sentido", está mais que lógico que pra sua vida ter um rumo ela precisa antes estar baseada no sentir inteligente. 
Esse "sentir" deve se coadunar com aqueles parâmetros colocados exclusivamente por você. Precisa estar atento ao que sente e perceber as nuances de uma escala de 0 a 100 - que serve apenas como exemplo - procurando se chegar ao topo da escala - que nada mais é que o absoluto bem-estar.
No estágio evolutivo em que nos encontramos, não será sempre conveniente nos mantermos em um nível de bem-estar total e 100%. Precisamos entrar e sair dele algumas vezes para facilitar sua compreensão e reaprender a reconhecê-lo. Isto também varia de pessoa pra pessoa. Sempre haverão exceções. Não estou me referindo em hipótese alguma sobre sofrer para aprender. As flutuações que me refiro são a nível de prospecção e de investigação apenas. 
Sentir, todos sentem. Perceber o que se sente, tanto em gênero, em número e em grau, é outra história. Algumas vezes dizemos: "não sinto nada", "isso é passado, passou." "Não sei o que sinto". Perceba que quando diz, principalmente a última frase, fica literalmente atônito, sem saber o que faz ou o que dizer.
Sentimentos claros, com circulação livre dentro de você, te dão todos os rumos que desejar! E mais: dão sentido a vida!!!
Se está atônito, perdido, sem rumo, sente-se, relaxe e procure observar o que sente. Vá o mais fundo que puder. É urgente reaprender a identificar e a reconhecer o que sente.
Te peço agora com muito ardor que dedique algum tempo de seu dia, verificando tanto o passado remoto quanto o passado mais recente, as coisas que viveu e tente relembrar o que sentiu naqueles
momentos. Não se fixe apenas em eventos ruins, procure variar.
Não estou dizendo que deva viver no passado, apenas um retrospecto com o objetivo de se realinhar com quem você é de fato!
Se reaprende a lidar com suas emoções, sem reprimi-las, sem escondê-las embaixo do tapete, imediatamente você conquista o mundo e o universo cósmico infinito!
Não se trata de palavras bonitas, de jargões, de clichês, por mais que pareçam. É a mais pura realidade! realidade essa criada por você! Não a minha realidade, e sim a que fizer, a que desejar. Sem esforço, sem idas e vindas, sem sofrimento. Tudo será mais fácil e sem perder o sabor da vitória!
Muito do que se fala sobre viver e realizar coisas neste mundo das formas, baseadas em sacrifício, não passa de balela religiosa, de uma blasfêmia incrível contra o Deus maior que habita dentro de você! não está fora! não é um ser que tem que olhar pela janela do seu quarto e orar naquele clima de sufoco e desespero.
Tente se lembrar, apenas a título de ilustração, de um momento de absoluto desespero seu. Agora, recorde o que sentia... Sentimentos e emoções confusas? Talvez nem saiba defini-los? Talvez até nem lembre direito? Veja o caos. Agora olhe a situação simplesmente como um observador, como um espectador, como se fosse um amigo que estivesse ao lado. Tente afastar a confusão de emoções e todo aquele fogaréu. Muitas vezes irá rir da situação. Dirá: quanta bobagem!
Não é porque a situação já passou. Não é! acredite! É simplesmente porque você hoje tem um sentimento diferente. Talvez mais organizado, talvez voltado a outras prioridades, talvez porque já não sinta mais nada mesmo.
Inclusive, se se propusesse a voltar no tempo, com os sentimentos que tem hoje, com certeza agiria de forma completamente diferente, ou seja, o rumo seria outro.
Alguns dirão que é por causa da maturidade, da experiência. Eu digo: é porque aprendeu a reconhecer o que sente. Já identifica, lhe é familiar. Lida com isso como se fosse um amigo seu. Tem intimidade, proximidade! E essa situação, meu caro, minha cara, transforma tudo!!!
Só é complicado deliberar no calor das emoções, porque você não as reconhece. São estranhas em seu ninho. Mantém uma relação "próxima" com "estranhos"... Não pode mesmo dar boa coisa. Mas se tem o hábito de observa-las, reconhece-las e compreender suas razões, simplifica absurdamente!
Então? vamos dar sentido as nossas vidas seja lá o que isso possa ser para cada um de nós???
Sentir, sentido, cada um dá, a seu modo, dentro daquilo que consegue reconhecer naquele momento. E jamais se culpe por não ter podido lidar melhor com as emoções. Você fez o que era possível, dentro do seu nível de compreensão.
A boa notícia é que pode mudar e reaprender rapidamente a fazer sua vida ter e manter todos os sentidos que desejar.
Sentido, muitas vezes não deve nem fazer sentido algum pra quem quer que seja.
Contanto que faça pra você! 

domingo, 1 de abril de 2012

O RISO.



Aí está a foto que representa o maior poder que temos dentro de nós!
O riso, a gargalhada, principalmente a sem eira nem beira, sem motivo aparente, tem o poder de abrir comportas, abrir o mar, o rio e a vida para você passar...
Uma ferramenta tão simples a nossa disposição 24 horas por dia! Está em nós, a mão!
Obviamente o riso está conectado a alegria que por sua vez está conectado ao amor e a liberdade. Só ri de verdade, quem ama e se sente livre e alegre. 
Mas como todos esses atributos estão a nossa disposição, dentro de nós, mesmo não aparecendo muito em nossas vidas, podemos usar um artifício para fazê-los emergir e aos poucos ir ganhando a espontânedade necessária.
Seus efeitos se farão sentir logo no começo, mesmo ainda não vindo lá do fundo. Sim, o riso tem poder mesmo que forçado. É disso que falo, quando sugiro usar um artifício. Ria mesmo sem vontade!!!
Ao desejar um objeto, uma circunstância, uma pessoa em sua vida, pense na situação já acontecendo e imagine você dando esplendorosas gargalhadas e as dê de fato, ao mesmo tempo que se vê na situação desejada. Se puder cante também! Cante seu desejo com uma melodia, num ritmo que te agrade e continue gargalhando! Encontre coisas no seu dia a dia que te ajudem a rir. Veja, mesmo sem ter razão alguma para isso! Mesmo que sua vida esteja um verdadeiro caos em todos os sentidos, EXPLODA ESSE CAOS COM A FORÇA DE UMA POSSANTE GARGALHADA!!!
Paralelamente vá buscando do fundo do seu ser essa alegria iminente e natural, que você perdeu em algum momento da sua vida. Não é que tenha perdido propriamente, apenas deixou de dar atenção, deixou de alimentar, de incentivar esta grande força a se manifestar.
Quando estiver no exercício de dar gargalhadas mesmo sem motivo ou pensando em algo que deseja, vá aos poucos buscando essa sintonia! 
Entenda: Não é como procurar um objeto perdido num imenso porão. Ele não está perdido! Trata-se apenas de uma questão de sintonia, dessas que você faz quando busca uma emissora de rádio. Tu sabes muito bem que a emissora transmite a programação. Não tem dúvidas disso. A dúvida que por ventura pode ter é se o receptor, o "rádio" - no caso você - é capaz de sintoniza-lá.
Isso só irá atrapalhar se acreditar que não tem capacidade de sintonizar essa alegria espontânea, diante da "realidade" que vive. Para isso, mais uma vez entra em cena o artifício que me referi ao sugerir que ria, que dê gargalhadas mesmo sem vontade, que cante canções alegres, mesmo estando chocado com a "realidade".
Busque a sintonia rindo. Resolva seus problemas rindo. Pense no que deseja, qualquer desejo, não importa o tamanho, rindo!
Brincar com crianças e animais ajuda bastante! Se puder arrumar um emprego, uma atividade, mesmo que voluntária, num fim de semana, ou ainda procurando parentes ou vizinhos com crianças, é uma boa solução.
Só tenha cuidado com uma coisa: A alegria e o riso são contagiantes!

domingo, 25 de março de 2012

A FÉ.



Fomos ensinados desde a gestação a por nossa fé num ente externo… 
Desde pequenos nos ensinam a olhar pra fora e só pra fora. Daí a dificuldade de se ter fé de uma forma natural. A fé, assim como a alegria (irmãs gêmeas) nascem de dentro. Ela não pode e não deve depender de nenhum fenômeno externo. Em nosso interior está todo o nosso poder e tudo que somos. Portanto, ter fé é um ato de reconhecimento de nós mesmos. É perceber, sentir, ver essa imensa força que nos habita e permitir sua fluência natural. É simplesmente ser! 

A fé seria uma espécie de medidor de a quantas anda nossa conexão conosco. Além, é claro, da nossa vida como um todo que serve de parâmetro. Se tenho fé, estou conectado, e assim vivo bem. Simples. Como disse, não há necessidade alguma de se esforçar para ter fé. Aliás, se tem que se esforçar, e por mais que o faça, ainda não será a verdadeira fé.

Os melhores exemplos de fé são as crianças. Elas nos relembram a cada instante aquilo que esquecemos, ao adentrar pelas estradas tortuosas de uma vida de medo e de preocupação com o que os outros vão pensar. Criança não tem isso. Ela vai e faz. Se quer chorar ou fazer suas necessidades fisiológicas, ela faz. Não sente vergonha e muito menos se tranca. É espontâneo.
Se vai atravessar uma avenida movimentada, chega beirar a insanidade, tal é a sua tranquilidade. Se deixarmos, ela vai sem olhar. Se damos as mãos, ela não pensa se vai conseguir, ela não se questiona sobre os possíveis perigos ou se é mesmo a hora de atravessar. Ela simplesmente vai! ISTO É FÉ!!!

Perceba a naturalidade de uma criança e compreenderá muito bem o que te relato nestas linhas. 
Relembrar, resgatar e reconhecer este grande valor, que apesar de esquecido, muda tudo, completamente.
Algumas pessoas poderão dizer: Sem o nosso senso crítico desenvolvido, correríamos riscos, agindo como criança em meio as adversidades da vida. Parece inclusive um argumento muito lógico. Só que...
Se fôssemos educados de forma a manter a nossa fé e ao invés de desenvolver um senso crítico, muitas vezes impreciso, desenvolvêssemos a percepção e consequentemente a consciência, uma vez que a percepção é uma das infinitas qualidades da consciência, então, estaríamos livres, até para atravessar uma avenida movimentada sem olhar!

A consciência está em tudo e tudo está na consciência. Soa bonito, eu sei. Mas vamos dar um exemplo simples para que você tenha uma noção melhor do que eu explico aqui. Se você machuca o dedinho do seu pé, e ele fica dolorido ou latejando durante um tempo, o que acontece com sua atenção durante este período? Ela estará focada no dedinho que dói, muito mais do que seria o normal. Agora, se durante este mesmo período, você queimar sua mão num ferro quente ou num fogão, o que vai acontecer? Sua atenção ficará dividida, mas ainda sim se manterá nos dois pontos avariados até que passem. 

Tente agora imaginar isso acontecendo. Isso é a consciência, trabalhando na recuperação da avaria. A atenção e a percepção são atributos inerentes dela. Você sente melhor, percebe melhor esses pontos em virtude da consciência ter sido, digamos, estimulada a focar naqueles pontos e ao mesmo tempo no evento ocorrido.

Essa descrição sucinta de um evento que demonstra um estado "alterado" de consciência nos mostra o que de fato deveria ter sido estimulado desde cedo. Não através deste processo de dor, que é o que geralmente acaba acontecendo em virtude da nossa omissão, bem como as dos irmãos mais velhos, das pessoas que chegaram aqui "antes" de nós.

Seria como se pudesse perceber em 100% do seu tempo todas as partes do seu corpo, como as que percebe quando as machuca. 
Dessa forma não desenvolveríamos um espírito crítico destruidor e sim observador, que como disse, é algo que nasce com a gente e nos é perfeitamente natural. Esse espírito crítico mais comum de hoje em dia é uma espécie de armadura que vestimos, como se fôssemos a uma guerra que não existe.

Mesmo estando com este espírito que constrói a descrença em nós mesmos, baseados numa educação que afirma constantemente que a solução está lá fora, em algum lugar e nas mãos de alguém, é possível reconstruir essa fé, que na verdade nada mais é que um reconhecimento de nós mesmos, do nosso valor, do nosso alcance ilimitado.

O caminho pode ser muito mais fácil do que imagina. Ativar mais a nossa percepção! E um dos melhores caminhos é o caminho do sexo!
Que coisa, né?! O que o sexo tem a ver com a fé? Simplesmente TUDO!
Um sexo bem feito ( não me refiro de forma alguma àquela ideia de performance de filmes pornô ) traz em seu bojo, um desenvolvimento explosivo da capacidade de percepção. E desenvolvendo a percepção (consciência), você reduz até zerar este espírito crítico baseado em parâmetros incompletos. 
E para esse alcance temos excelentes ferramentas, tais como: Tai chi chuan, tantra, Yoga, música, artes e suas variações.

A criança não tem espírito crítico. Ela apenas pergunta e formula suas conclusões, mas sem nenhum tipo de "ataque". Conforme vai crescendo ele aparece, em virtude das inúmeras exigências que fazemos, em nome da tão propalada "educação". Na verdade estamos deseducando as pessoas. Estamos emburrecendo-as!

Entenda que não prego que devamos abrir mão de um espírito crítico. É lógico e mais que óbvio que devemos manter nossa capacidade de analisar o que se passa.
Eu me refiro a um enrijecimento baseado em velhas ideias e a uma inflexibilidade que não permite que experimentemos um verdadeiro avanço na compreensão desse mecanismo que faz a gente acreditar e desacreditar em algo.
Se a fé se esvai, "perdemos" todo o nosso poder...

Toda e qualquer prática, além da sexual, que leve ao crescimento da percepção, é sempre bem-vinda!  Resgatar a fé nos moldes de quando éramos crianças - sim, é possível - tem um valor tão inestimável que não daria pra explicar aqui.
Estando consciente, você não precisa se resguardar. Não precisa do medo e nem de todos os seus inseparáveis "amigos".
A consciência e o SABER que ela trás, transmuta todos os sentimentos que hoje constroem as barreiras que nos separam de tudo aquilo que somos e consequentemente do que queremos.